2556: Informação

Lisboa, 17/02/2019

Foi criado um novo Blogue d’ A Cozinha do Avô Chico e ele surge pelo facto de com mais de 2.500 receitas, milhares de imagens e vídeos, encontra-se saturado e necessita de “descansar” dessa carga de informação e dados.

Este Blogue não será eliminado, mantendo-se como está e o novo Blogue será a continuação deste. A partir de agora, será colocada aqui a receita do dia apenas com o título e o link que direccionará para o novo Blogue, onde irá encontrar a receita completa com as habituais imagens, vídeos e foto-reportagens Em princípio, pretendo introduzir nele as receitas desde o dia 1 de Janeiro deste ano de 2019 em diante.

O novo Blogue d’ A Cozinha do Avô Chico (recipes3), já se encontra on-line. Em qualquer altura os dois Blogues poderão ser consultados dado que um não anula o outro.

Também apliquei um novo layout ao novo Blogue para poderem assim ser mais diferenciados quando acedidos.

Obrigado a todos pelas vossa visitas

1 Obrigado, Thank you

2497: Curgete Spaghetti

Não é nenhuma receita mas a prova de uma variedade de abóbora, usada na alimentação humana, de forma alongada, casca verde e polpa branca ou amarelada. (Equivalente no português do Brasil: abobrinha.)

É uma planta pertencente à família das cucurbitáceas, assim como a melancia, o melão, o pepino e a abóbora. Pertence ainda ao género das abóboras e costuma-se colher ainda verde.

Originou-se no continente americano, do Peru até o sul dos Estados Unidos. É um fruto de fácil digestão, rico em niacina, além de ser fonte de vitaminas do complexo B e possui pouca caloria.

Na forma que a adquiri, que nunca tinha visto, deram-lhe o nome de Curgete Spaghetti dado que o seu corte é mesmo do tipo esparguete.

Salteei em azeite com alho e cebola e ficou deliciosa para servir de guarnição a Folhados de Salsichas (com recheio de queijo), que fiz na hora.

© 04.Dez.2018

cropped-logonew03_transp.png

1 Obrigado, Thank you

Hoje não há receita…

… mas amanhã vou produzir duas receitas apropriadas para quem celebra esta época: Coscorões à Moda Antiga e Aletria Doce.

Para mim e para a minha filha, é o terceiro ano que deixámos de celebrar esta época por razões e motivos mais que pertinentes: falta de alegria, saudade de quem partiu e nos deixou o coração a sangrar, mais pobres financeiramente mercê não só da situação de desemprego de longa duração da Vera, como dos saques efectuados por este governo da geringonça, que segue o exemplo do anterior governo da caranguejola, no pagamento de impostos, nomeadamente do IRS, tendo sido roubado INTEGRALMENTE nos subsídios de férias e de natal deste ano para que a banca falida e aqueles que nunca trabalharam e efectuaram descontos, tenham os seus quinhões.

E fugindo à minha rotina caseira, hoje ganhei coragem e fui com a minha filha à Baixa a fim de captar umas imagens da iluminação desta época. Mas a paxorra já não é a mesma de antes, por vários motivos, e ainda tivemos de esperar que a iluminação pública acendesse, cerca das 17:30 horas, e tempos depois a iluminação pirilâmpica da época.

A última vez que fiz uma sessão deste tipo foi na companhia da minha esposa, com mais alegria, disposição e a tal paxorra que todo o fotógrafo precisa de ter para esperar que as pessoas passem frente à câmara porque senão é um fartote de cabeças na imagem…

Mas já deu, embora muito fraquinho, para ficar em vídeo para a posteridade. Vídeo em full HD 1080p, das ruas dos Fanqueiros, Augusta, Prata, Ouro, Rossio, Carmo e Praça da Figueira.

© 03.Dez.2018

cropped-logonew03_transp.png

1 Obrigado, Thank you

Rissóis de Legumes (Bimby – TM31)

Pois, é isto mesmo: Rissóis de Legumes! Depois de desalentado com a massa que saiu da receita dos Rolinhos de Salsicha Panados, andei a vasculhar e lembrei-me de desenterrar o Livro Básico da Bimby (TM31) que tem a receita da massa para rissóis. E como há muito não fazia uma receita no robot, vou experimentar para ver como sai esta massa, embora há 9 anos atrás tenha feito a mesma receita – Rissóis de Camarão. Ou mal ou bem, logo darei notícias…

© 17.Nov.2018

cropped-logonew03_transp.png

0

Hoje, falo eu…!!!

Andava eu a pesquisar por receitas no Google e deparei-me com um registo no Facebook que tem origem num(a) grunho(a) labrego(a) que deve ter pensado que eu ficaria lixado pelo gozo que me estava a fazer.

Pois a esse(a) labrego(a), sou como o macaco velho, tenho muito calo no olho do cu, não por andar a roçá-lo no chão como os macacos, mas por ter levado muito pontapé ao longo da vida.

Por isso, não é um(a) qualquer grunho(a) labrego(a) que me consegue por em ponto de rebuçado com umas graçolas produzidas na pocilga onde vive e onde costuma chafurdar.

As receitas que insiro neste Blogue (e em outros, alguns já descontinuados, outros abandonados), têm apenas a finalidade de matar o meu tempo livre e entreter-me principalmente com a fotografia e os vídeos que vou produzindo. As receitas, têm todas, sem excepção, a origem e os autores (em caixa própria e bem visível, não acessível a grunho(a)s labrego(a)s porque o coeficiente de inteligência desses animais é ZERO.

Não faço publicidade a produtos porque não me pagam para isso, estou-me completamente borrifando para que tenha muitos ou poucos visitantes e nenhum feedback, porque não ando aqui a publicitar o meu trabalho culinário para ganhar algum, embora caísse bem alguns tostões…

E pronto, se esse(a) grunho(a) labrego(a) chegar a ler este post, quero apenas dizer-te que vai à merda e podes continuar a chafurdar na tua pocilga à vontade.

25.Set.2018

0

2389: Salicórnia substitui cada vez mais o sal e já não é “coisa de chef”

Devido a diversos problemas técnicos, este Blogue vai sofrer um abrandamento de actualizações na área de receitas culinárias, podendo eventualmente continuar a serem publicadas novas receitas. Mas o artigo de hoje em apreço é o referido no título deste post.

Riafresh / Facebook
Salicórnia

A planta halófita comestível que cresce espontaneamente em zonas de sapal, como a Ria Formosa, no Algarve, é cada vez mais usada como uma alternativa ao sal e não só exclusivamente pelos chefs da alta cozinha.

Se antes era preciso ir a um restaurante ‘gourmet’ para saborear a salicórnia, usada em saladas, mas também em pratos de peixe, marisco ou carne, desde o ano passado que já é possível encontrar esta planta nas prateleiras de alguns supermercados do país.

Mais recentemente, desde o início deste ano, existem também saladas prontas a consumir já com salicórnia, dispensando a adição de sal, através de uma parceria entre um grupo dedicado aos produtos de quarta gama e uma empresa que produz aquela e outras plantas da Ria Formosa em estufas, junto a Faro.

“Na nossa salicórnia, por cada 100 gramas, existem dois gramas de sal, portanto, apenas 2%, e o nível de sódio é de 0,75 gramas”, explicou à Lusa Miguel Salazar, gerente da Ria Fresh e que começou a desenvolver projectos com plantas halófitas no Algarve em 2011.

Segundo o engenheiro agrónomo, os benefícios da salicórnia relativamente ao sal não se esgotam na capacidade de salgar os alimentos com menos sódio já que a planta “não é unicamente sal”, tendo outros minerais benéficos para a saúde como o cálcio, o potássio e o magnésio.

“Existem uma série de estudos que indicam que a salicórnia e outras plantas dos sapais têm também compostos com propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e até anti-diabéticas”, indicou.

Nascido em Espanha, mas a viver em Portugal há 17 anos, o engenheiro agrónomo sublinha que a composição da salicórnia proporciona não só um sabor salgado, como realça o sabor dos alimentos, fazendo com que perdure mais no palato.

Segundo Miguel Salazar, trata-se do sabor “umami”, palavra de origem japonesa, que em português significa delicioso ou saboroso, e que dá nome ao quinto sabor, para além do doce, amargo, ácido e salgado.

Para ser usada na confecção de pratos quentes e por se tratar de um vegetal muito hidratado, o ideal é adicionar a salicórnia à preparação já na parte final da cozedura, embora a planta não oxide, explicou.

Pedro Girão, director comercial da empresa, estima que, no total das nove plantas produzidas e comercializadas pela Ria Fresh, a produção deste ano se situe entre as 15 e as 17 toneladas.

No próximo ano esperam alcançar as 25 toneladas, estando já em curso a exportação para Espanha e Bélgica, com possibilidade de a operação vir a estender-se também à Inglaterra e Alemanha.

A salicórnia da Ria Fresh está actualmente à venda em superfícies comerciais do Porto, Coimbra, Lisboa e Algarve, onde, por enquanto, existe apenas um ponto de venda.

A empresa também já comercializa sal vegetal, que consiste em salicórnia desidratada, embora o produto ainda esteja em desenvolvimento, concluiu.

ZAP // Lusa

Por Lusa
13 Maio, 2018

0

2286: A partir de agora, fotografar o prato de comida tem outros motivos

Uma nova aplicação móvel para reconhecer instantaneamente os alimentos e simplificar o processo de contagem de calorias – basta fotografar o prato

O ritual da experiência gastronómica ganhou um novo elemento: Foodography. Nos últimos anos, fotografar o prato de comida e partilhá-lo nas redes sociais, tornou-se um hábito quotidiano para algumas pessoas. A moda de fotografar as refeições chegou e ficou, embora o seu auge já tenha passado, mas, de facto, já ninguém se espanta quando algum amigo puxa do smartphone do bolso para fotografar antes de apreciar o conteúdo.

A partir de agora há outro motivo (e mais saudável) para fotografar as refeições. Calorie Mama, é uma aplicação móvel que reconhece automaticamente os alimentos para simplificar o processo de contagem de calorias. Recorre à tecnologia de reconhecimento de imagem e inteligência artificial para identificar e monitorizar os alimentos que comemos. Além disso, também reconhece nutrientes como carboidratos, gordura, proteína, colesterol, fibra, entre outros.

Para aqueles que fazem dieta, é importante manter um registo da comida ingerida. Existem inúmeras aplicações para o efeito, mas, para a grande maioria, é necessário inserir os dados manualmente.

Em www.caloriemama.ai poderá aceder ao download da app, disponível gratuitamente para Android e iOS.

joaocosta@yap.pt

[powr-hit-counter id=32173d6b_1514153961078]

 

0

2216: Pizza de Batata (Parte II)

Ontem, inseri aqui a receita da Pizza de Batata a que posteriormente designei por Parte I dado que a Pizza foi preparada para duas pessoas e não levava um dos ingredientes (por não o ter em casa) da receita original que era o queijo Mozzarella Fresco, tendo utilizado Mozzarella ralado que normalmente utilizo para gratinar.

O resultado final foi mais agradável e a receita foi preparada da mesma forma da de ontem, por isso não vou repeti-la a não ser a utilização deste queijo fresco Mozzarella e as imagens de uma nova Pizza de Batata que preparei.

© 28.Out.2016

0-assinatura002
logotransp300

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[twitter_buttons display=tweet,follow,hashtag,mention]

0